"Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse."
(Friedrich Nietzsche)

"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus"
(Clarice Lispector)
Bom, essa foi uma semana triste pra mim, pois perdi meu tio Emerson, que na verdade era mais irmão do que tio, já que fomos criados juntos, né!?
Ontem, foi o enterro dele. no cemitério de Olinda - Nilópolis....muito triste!!!
Por estar sensível, fiquei triste e aborrecida com Dani, mas Graças a Deus, passou....
Hoje, ela e tio, vieram aki em casa e compramos pizza gigante...hehehe...
Agora, restam 11 dias para minha cirurgia, se Deus quiser dará tudO certo.....
Agora, um trecho da música Metade, de Oswaldo Montenegro....
(...)
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

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