"Morte, que sugou o mel da tua respiração, não teve nenhum poder contra a tua beleza".



Esse trecho de "Romeo & Juliet" resume bem a tristeza que sinto no momento. Putz, meu sentimento foi comparado a nada, a simples alpinismo. Isso não é verdade, é o mais puro sentimento que pude sentir.


Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.


Essa, com certeza não é a mais apropriada das palavras, mas senti-me como uma "meretriz", que está fadada a fazer cousas, em troca de algum benefício.

Bom, não estou com ânimo para me aprofundar mais nas palavras, então, ficarei por aqui. That's it!
Quanto tempo!
Bom, ontem minha tia Neuza faleceu...
Nesse tempo que me ausentei daqui, tantas coisas aconteceram na minha vida. Finalmente, pude me livrar de um sentimento que me flagelava diariamente, pois a gota d'água para que tal sentimento se dissipasse do meu coração foi um dia antes de eu colar grau (03/05). Graças a Deus, tal sentimento não mais existe.
De lá para cá, meu coração esteve em devaneios, idas e vindas. Mas ultimamente, algo mágico está acontecendo. Me vejo sentindo algo muito diferente por uma pessoa muito especial. Nosso primeiro beijo, me causou medos, medos esses que desapareceram, quando eu tomei ciência de certas cousas. De lá para cá, tenho pensado nele a todo instante e a todo momento. Tivemos certos atritos, mas nada sério, porque depois de toda a tempestade, surgia um lindo arco-íris. Confesso, que estou na fase do deslumbre, e peço a Deus, para que abençoe esta união, fazendo futuramente de nós, um só corpo.

Bom, isso é tudo o que eu posso revelar. That's all!!!
Aii, aii, aii... estou infinitamente feliz!
Nossa, Senhor, thank you so much por esse momento!!! rs

O que acontece?
Hoje, assineii contrato com a empresa em que trabalho! Finalmente carteira assinada... =D

E se não bastasse, recebii uma ligação da facul, na qual fui informada que colaria grau na próxima terça, dia 04/05!

êÊÊê felicidade...

Agora para completar, preciso apaziguar meu coraçãozinho no lado emocional... rs, breve, breve!!

Mas já estou infinitamente feliz por todas as coisas que estão me acontecendo... finalmente estou me tornando uma mocinha...Êêêê

Papily e mamily, orgulhem-se de mim... =D

Garotinha mais inteligente não há...hehehe, amo-me muiiito

Bom, that's all
Quando me pego pensativa e distante, a canção que vem a minha pobre e atormentada mente é "Bella's lullaby, de Carter Burwell". Tal canção, me faz mergulhar em pensamentos, em ideais.
Faz meu desiludido coraçãozinho apaixonado encontrar a paz, que almejo de fato encontrar em algum dia próximo.
Esta canção, de certa forma retrata com perfeição o amor estático e atormentado que eu sinto por um certo alguém... Alguém esse, que não compreende o tamanho amor que eu sinto por ele, e que constantemente me causa dor e sofrimento.
Óh céus, será que um dia encontrarei a paz e a confiança que sinto ao ouvir "Clair de Lune, de Debussy" ? Ou ficarei em meio a paz e ao tormento que sinto quando ouço "Bella's lullaby" ?
Bom, isso não sei, mas uma de uma coisa tenho certeza: A paz que sinto é maravilhosa! Sinto que Deus está ao meu lado comigo apaziguando meu coração.
Por hoje it's all....

A Sra. Petre já não era mais a mesma depois que perdera o Sr. Petre. O marido a deixara com a responsabilidade de cuidar dos três filhos; Hugo, Eduardo e a pequena Raquel. As últimas coisas de valor foram quitadas pelo velho Klaus, o dono da casa onde ainda moravam em troca dos meses que deixaram de pagar o aluguel. O dinheiro não dava nem para fazer uma ceia de natal, que por sinal, já estava se aproximando. A única saída que lhes restavam era ir morar por um tempo na Casa de Campo da tia Klara. Nos arredores da última cidade do Rio de Janeiro.

Hugo era o mais velho. Tinha quinze anos, e sentia-se o responsável pela casa, pela mãe e pelos irmãos, depois da morte do pai. Trabalhava como entregador para o Sr. Vitélio, o padeiro da esquina, ganhando vinte e cinco centavos por cada dezena de pães entregue. Eduardo tinha doze anos, era o mais levado (talvez fosse por saudade do pai) e Raquel, a caçula com nove anos.

Hugo não estava em casa naquela manhã e a Sra. Petre ficara com Eduardo e Raquel: estavam na cozinha tomando o café da manhã. Um barulho de batida soou da porta da sala e a mulher estremeceu. Depois de três segundos mais uma batida acompanhada de uma voz rouca e apática.

- Abra Sra. Petre. É o Sr. Klaus – berrou o homem do lado de fora. Batia a porta como se estivesse martelando um prego. – Trouxe um Oficial de Justiça. Abra essa porta de uma vez.

Ao ouvir isso, a Sra. Petre se desesperou.

- Já estou indo Sr. Klaus – avisou ela, indo até a porta e abrindo-a. Viu em primeiro plano a cara pálida do velho de cabelos prateados acompanhado de um homem de terno.

- Entre Sr. Oficial – mandou ele, empurrando a porta com a bengala. – Como vê, essa é uma família que não tem mais como pagar o aluguel.

O velho fixou na mulher um olhar severo.

- Só mais alguns dias. Por favor, Sr. Klaus – implorou a mulher, fechando a porta e acompanhando o velho e o Oficial de Justiça. – Não temos...

- Mostre a ordem de despejo Sr. Oficial – disse o Sr. Klaus, interrompendo a mulher.

A Sra. Petre suspirou.

- O senhor não pode fazer isso!

O velho mudara o seu rosto para um tom furioso.

- Essa casa me pertence. E vocês estão fora dela. Já. Arrumem as suas coisas e saiam daqui imediatamente.

Eduardo se afastou da mesa e se aproximou da janela.

- Mamãe.

- Agora não, Edu!

- Arrume as suas tralhas e saia daqui, ou... serei obrigado a mandá-lhe presa – retorquiu secamente o velho, fazendo um sinal com a cabeça para o Oficial de Justiça. – E garanto que a senhora não irá querer ver os seus filhos em um orfanato ou em um abrigo qualquer, certo?

- Tenha paciência. Por favor. Eu prometo que amanhã sairemos da sua casa – implorou novamente a mulher, esfregando os olhos com os dedos.

A Sra. Petre inspirou profundamente e continuou:

- Sr. Klaus. Hugo não está em casa.

- Lamento – respondeu o velho com frieza.

Eduardo viu o velho sair da sala e bater a porta.

- Olhe aquilo – falou o garoto, indicando da janela três policiais conversando com o Oficial de Justiça.

- Meu Deus... o que faremos agora? – gaguejou a mulher, sentando-se na cadeira velha que estava no canto da parede. – Arrumem tudo queridos... Vamos.


Ah, nunca havia me sentido tão feliz, quanto ultimamente!
Graças a Deus, conseguii um emprego novo, e sinto-me realizada... espero que Deus me acompanhe nesta jornada!
Estava visitando o blog do @Saullo, e me deparei com uma citação de Mario Quintana, que diz o seguinte:



"O segredo é não correr atrás das borboletas...

É cuidar do jardim para que elas venham até você."



Pois é, com essa frase, eu expresso o que sinto neste momento. Acabei de receber a ligação de uma pessoa bastante especial em minha vida, e a indaguei, se poderíamos nos ver na sexta-feira, a mesma me disse que era melhor não. Pois sim, que assim seja!

Bom, that's it!
Estamos em época de Carnaval, e não encontro palavra melhor para descrever o que passei e passo.
Carnaval é uma junção de duas palavras: Carne + Festival. Sendo assim, podemos deduzir que trata-se de uma festa da carne. Pois bem, o que isso tem a ver comigo?
Simplesmente o fato de que por muito tempo, eu vivi essa festa ao lado de uma pessoa, pela qual me apaixonei perdidamente, e nos dias atuais amo incondicionalmente e, ousaria até dizer, doentiamente.
O fato é que pude constatar que tal pessoa, foi sim bacana comigo, enquanto claro, eu estava nos melhores momentos de minha vida, ou seja, com academia, emprego, etc e tal, enfim, sem problema algum.
Essa mesma pessoa que ria comigo nos momentos de lazer, com certeza não mostra-se ser a mesma nesse meu momento de tristeza. Sim, vejo-me sozinha, sem apoio algum! E isso, ah isso, me destrói por dentro, sinto que fui usada como uma esponja de lavar a louça, que quando encontra-se deplorável, é jogada fora.
Todas as tentativas minha de procurar tal pessoa, falharam cada vez que eu o procurei, pois ele sempre tinha uma desculpa, de que está a estudar e a trabalhar demais. Sim, sei!
Talvez o meu erro, foi ter esperado demais de tal pessoa, talvez eu não devesse tê-la avisado que passara na seleção do mestrado, ou não... Lembro-me de uma frase que diz o seguinte:


"Faça o bem, sem olhar a quem, e sem esperar nada em troca por isso!"


Pois bem, eu o fiz, e não me arrependo por isso. Porém, eu esperava sim, um apoio. Pois antes de tudo, éramos amigos, certo!? Pelo menos, era isso que ele me dizia desde sempre.
Mas pelo o que tenho notado, não estou tendo esse tal amigo! Eu precisava só dele para conversar, para me dar um abraço e dizer: "Padawan, está tudo bem! Estou do teu lado!", mas sinto falta de ouvir isso. E todos os dias sinto-me tão sozinha, tão abandonada, tão triste...
Pois é, vejo que no mundo, desde sempre, sou eu sozinha, sem ninguém mesmo. Nem mesmo um amigo com quem posso contar!
Bom, that's it!