Ah...o amor!

Tudo começou há cerca de três anos, não dava nada pela pessoa, inclusive a achava demasiadamente irritante.

Tempo passou, seguimos caminhos distintos, mas sempre mantive o pensamento, oras vivo, outras adormecido, mas nunca morto.

Pois bem, ultimamente a vida se encarregou de nos reaproximar e de verdade, eu gostaria muito que fôssemos amigos como quaisquer outras pessoas.

Mas essa pessoa é inconstante demais para permitir uma aproximação.

As vezes é como o vento, inconstante e passa como um vendaval, outras vezes eu como uma brisa leve e passageira.

Confesso que em meus momentos de angústia, falar com ela me acalma, me dá uma alegria, um alento que não sei explicar, apenas sentir. É como o nascer do sol que ilumina meus dias mais sombrios.

Certos momentos como o de agora, a acho com atitude "engraçada", não no bom sentido, óbvio, mas no sentido triste e confuso.
Incrível que sempre que há uma aproximação, a estimada pessoa resolve me punir da pior forma possível que é me cancelado, como se simplesmente eu não existisse ou não tivesse relevância.

As pessoas possuem uma fascinante estranheza de machucar quem as ama, vai entender o porquê.

Se eu acredito em outras vidas? Óbvio. Tenho a certeza que na próxima, certamente nossas almas se reencontrarão e finamente viveremos esse amor tão difícil.

Voltarei...


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